Zonin

Desde 1821 que a família Zonin está ligada ao cultivo de uvas e à produção de vinho. Mas foi em 1921 que a verdadeira revolução se deu: O comendador Domenico Zonin decidiu que se iria dedicar única e exclusivamente a desenvolver as terras da sua família e respetivas vinhas em prole disso, criando assim a ZONIN1821. Na década de 1960, Domenico fez do seu neto Gianni presidente da companhia. Gianni definiu de imediato o objetivo de criar uma marca de renome mundial, apostando na qualidade das suas vinhas e estabelecendo as mesmas em propriedades adquiridas nas melhores regiões de Itália, para o efeito de produção vinícola. Só assim seria capaz de garantir a qualidade tanto das uvas como do vinho através do total controlo do processo de produção. O sonho começou a tornar-se realidade com a aquisição da Ca 'Bolani, no Friuli, a mais afamada região vinícola em toda a Itália famosa pela sua soberba produção de vinhos. A coleção de quintas vinícolas foi enriquecida com a compra de outras terras: primeiro o Castello di Albola (1979), que sintetiza o inconfundível charme aristocrático de Chianti Classico. No ano seguinte, a Abbazia Monte Oliveto, uma propriedade de vinhos em San Gimignano, pátria de Vernaccia, também se tornou parte integrante deste grande projeto. Nos anos seguintes, adquirem o Castello del Poggio (1985), na melhor área para a produção de Asti e Barbera e o Tenuta Il Bosco (1987), uma propriedade vinícola situada no Oltrepò Pavese, uma região clássica para o lendário Pinot Nero. Na década de 1990, Gianni Zonin identificou o sul da Itália como a área ideal para produzir os grandes vinhos do futuro: comprou o Feudo Principi di Butera (1997) na esplêndida ilha da Sicília e Masseria Altemura (2000) na Península Salento, em Puglia. Apaixonado pela região, Gianni retornou pela terceira vez à Toscana e comprou o Rocca di Montemassi (1999). Gianni Zonin também foi o pioneiro da viticultura de alta qualidade na costa leste dos Estados Unidos. Em 1976, ele comprou a propriedade Barboursville Vineyards, realizando assim o sonho do presidente americano Thomas Jefferson, que afirmava que a Virginia poderia produzir vinhos de classe mundial. Hoje, mais de 60 anos depois de assumir a presidência do seu negócio de família e praticamente 100 anos depois de a mesma se ter debruçado seriamente sobre a produção de vinhos, Gianni e seus filhos continuam a exercer a mesma atividade, em busca de constante inovação e aprimoramento, sempre com o apoio da experiência quase centenária que têm no ramo.

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Desde 1821 que a família Zonin está ligada ao cultivo de uvas e à produção de vinho

Desde 1821 que a família Zonin está ligada ao cultivo de uvas e à produção de vinho. Mas foi em 1921 que a verdadeira revolução se deu: O comendador Domenico Zonin decidiu que se iria dedicar única e exclusivamente a desenvolver as terras da sua família e respetivas vinhas em prole disso, criando assim a ZONIN1821.

Na década de 1960, Domenico fez do seu neto Gianni presidente da companhia. Gianni definiu de imediato o objetivo de criar uma marca de renome mundial, apostando na qualidade das suas vinhas e estabelecendo as mesmas em propriedades adquiridas nas melhores regiões de Itália, para o efeito de produção vinícola. Só assim seria capaz de garantir a qualidade tanto das uvas como do vinho através do total controlo do processo de produção.

O sonho começou a tornar-se realidade com a aquisição da Ca ‘Bolani, no Friuli, a mais afamada região vinícola em toda a Itália famosa pela sua soberba produção de vinhos. A coleção de quintas vinícolas foi enriquecida com a compra de outras terras: primeiro o Castello di Albola (1979), que sintetiza o inconfundível charme aristocrático de Chianti Classico.

No ano seguinte, a Abbazia Monte Oliveto, uma propriedade de vinhos em San Gimignano, pátria de Vernaccia, também se tornou parte integrante deste grande projeto.

Nos anos seguintes, adquirem o Castello del Poggio (1985), na melhor área para a produção de Asti e Barbera e o Tenuta Il Bosco (1987), uma propriedade vinícola situada no Oltrepò Pavese, uma região clássica para o lendário Pinot Nero.

Na década de 1990, Gianni Zonin identificou o sul da Itália como a área ideal para produzir os grandes vinhos do futuro: comprou o Feudo Principi di Butera (1997) na esplêndida ilha da Sicília e Masseria Altemura (2000) na Península Salento, em Puglia. Apaixonado pela região, Gianni retornou pela terceira vez à Toscana e comprou o Rocca di Montemassi (1999).

Gianni Zonin também foi o pioneiro da viticultura de alta qualidade na costa leste dos Estados Unidos. Em 1976, ele comprou a propriedade Barboursville Vineyards, realizando assim o sonho do presidente americano Thomas Jefferson, que afirmava que a Virginia poderia produzir vinhos de classe mundial.

Hoje, mais de 60 anos depois de assumir a presidência do seu negócio de família e praticamente 100 anos depois de a mesma se ter debruçado seriamente sobre a produção de vinhos, Gianni e seus filhos continuam a exercer a mesma atividade, em busca de constante inovação e aprimoramento, sempre com o apoio da experiência quase centenária que têm no ramo.

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